Iori Tomita transforma um processo científico criado para estudo de organismos em uma forma de colorir os esqueletos de animais pequenos.
O artista japonês Iori Tomita utiliza um método científico para transformar animais conservados em laboratório em objetos de arte.
Para conseguir o resultado, Tomita, que é formado em Ciências Pesqueiras na Universidade de Kitasato, modifica as proteínas do corpo dos animais com químicos, para deixá-los transparentes.
Em seguida, ele injeta um pigmento magenta nos ossos dos animais e um colorante azul em suas cartilagens.
Em seu site, o artista explica que o procedimento foi criado para permitir o estudo dos esqueletos dos animais.
Tomita diz que cria espécies transparentes 'como objetos que farão com que as pessoas se sintam mais próximas das maravilhas da vida'.
Segundo ele, os objetos finais podem ser vistos como experimentos científicos, obras de arte e até como 'uma porta de entrada para a filosofia'.
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| O artista japonês Iori Tomita utiliza um método científico para transformar animais conservados em laboratório em objetos de arte. Acima, parte de sua exposição no Aquário de Tóquio. |
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| Depois, é preciso modificar as proteínas do corpo dos animais com químicos, para deixá-los transparentes. Na foto, o camaleão-de-três-chifres (Cbamaeleo jacksonii). |
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| Por fim, ele injeta um pigmento magenta nos ossos dos animais e um colorante azul em suas cartilagens. Os organismos são preservados em vasos com glicerina. Na imagem acima, o peixe Lethotremus awae. |
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| Em seu site, o artista explica que o procedimento foi criado para permitir o estudo dos esqueletos dos animais. O processo leva entre 5 meses e um ano. Na foto, um camundongo (Mus musculus). |
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| Para suas obras, ele explica que procurou refinar o processo de coloração dos esqueletos, para criar tons diferentes. Na imagem, um jabuti (Testudinidae spp). |
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